Klabin investe R$ 32 milhões em Parque de Plantas Piloto

Com a construção de novo parque, a companhia conseguirá simular testes e pesquisas. A Klabin anunciou investimento de R$ 32 milhões na construção de um Parque de Plantas Piloto, na Unidade Monte Alegre, em Telêmaco Borba (PR). A novidade deve entrar em operação no quarto trimestre de 2019, segundo Francisco Razzolini, diretor de Tecnologia Industrial, Inovação, Sustentabilidade e Negócio Celulose da companhia.



13/09/2018 - A Klabin anunciou investimento de R$ 32 milhões na construção de um Parque de Plantas Piloto, na Unidade Monte Alegre, em Telêmaco Borba (PR). A novidade deve entrar em operação no quarto trimestre de 2019, segundo Francisco Razzolini, diretor de Tecnologia Industrial, Inovação, Sustentabilidade e Negócio Celulose da companhia.


No parque, segundo a companhia, será possível simular uma unidade fabril, onde serão realizados estudos e testes em frentes de pesquisa como a celulose microfibrilada (MFC), que futuramente será incorporada às linhas de produção de papel da companhia.


A medida se tornou necessária, diz Razzolini, porque o Centro de Tecnologia da Klabin, inaugurado no ano passado, atingiu um nível de maturidade de desenvolvimento que torna necessária a produção de alguns materiais em maior escala, permitindo testes industriais prolongados.


Na busca por novos materiais que sejam renováveis e sustentáveis, em 2018 a Klabin também anunciou a aquisição de 12,5% da startup israelense Melodea Bio Based Solutions, pioneira na tecnologia de extração de celulose nanocristalina (CNC), produzida 100% a partir de fontes renováveis.


Inova Klabin

Durante a segunda edição do Inova Klabin, evento que acontece entre esta quarta-feira, 12, e a quinta-feira, 13, na Oca do Parque do Ibirapuera, a empresa também apresenta o KlaCup-Bio, solução para o mercado de copos descartáveis sem a utilização de polietileno.


Com foco no mercado de copos de papel cartão (cup stock), a Klabin desenvolveu um novo produto, a partir de um mix de fibras de pínus e eucalipto com maior resistência e qualidade de impressão. Aliado a isso, o novo material possui uma barreira biodegradável, eliminando a aplicação de polietileno.


Fonte: Tissue Online